Friday, July 29, 2011

Motivações do terrorista de Oslo são anti-cristãs
Análise de Massimo Introvigne, representante da OSCE
VIENA, segunda-feira, 25 de julho de 2011 (ZENIT.org) – As motivações do homem que assumiu a autoria dos atentados de Oslo, Anders Behring Breivik, não têm nada a ver com o cristianismo, nem sequer com ramos do cristianismo fundamentalista, explica o sociólogo da religião Massimo Introvigne, representante da Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE) para a luta contra o racismo e as discriminações contra os cristãos.
Behring, segundo informa Introvigne, expôs suas reivindicações e ideologia no livro “2083 – Uma declaração de independência europeia”, assinado com o pseudônimo de Andrew Berwick, e difundido em um site codificado na internet a 22 de julho, poucas horas antes dos atentados.
“A autenticidade do texto – explica Introvigne – parece confirmada pelo fato de que inclui detalhes sobre a vida privada e familiar de Breivik e sobre a preparação do atentado, cujo objetivo, entre outras coisas, nunca é mencionado, que só o terrorista podia conhecer e é coerente com outros escritos de Breivik.”
“Este texto, de 1.500 páginas, é, numa terceira parte, uma antologia de escritos de outros autores contra o Islã e a imigração, entre os quais se encontra o blogger norueguês Fjordman, verdadeiro pai intelectual do terrorista, de quem cita um escrito, segundo o qual depois da Idade Média o cristianismo – cujos únicos aspectos eram de origem pagã – converteu-se para a Europa em ‘uma ameaça pior que o marxismo’”.
Outra terceira parte dos escritos do volume oferece material autobiográfico de Breivik, detalhes sumamente minuciosos sobre as armas, as táticas militares e explosivos, e um alucinante diário sobre a preparação do atentando.
“A parte mais interessante – afirma Introvigne – é a ideológica, que explica as motivações do atentado e as ideias de Breivik.”
O terrorista teria fundado, em 2002, em Londres, junto a outros ativistas, a ordem dos Pobres Companheiros de Cristo do Templo de Salomão, inspirado nos graus Templários da Maçonaria.
Esta suposta Ordem estaria aberta “aos cristãos, cristãos-agnósticos e ateus-cristãos”, quer dizer, a todos que reconhecem a importância das raízes culturais cristãs, “mas também “das judaicas e iluministas”, assim como “das pagãs e nórdicas”, por se oporem aos verdadeiros inimigos, o Islã e a imigração.
“Longe de ser um fundamentalista cristão – esclarece Introvigne – Breivik, batizado na Igreja Luterana da Noruega, define-se um ‘cristão cultural’, cujo apelo à herança cristã tem uma função instrumental anti-islâmica.”
As igrejas, segundo o terrorista, não estão dispostas a lutar contra o Islã. Por isso, ele propõe um Grande Congresso Cristão Europeu, do qual nasça uma nova Igreja Europeia e anti-islâmica. E ameaça diretamente o Papa Bento XVI, pois “abandonou o cristianismo e os cristãos na Europa e deve ser considerado um Papa covarde, incompetente, corrupto e ilegítimo”.
Os “justiceiros templários” de Breivik deveriam promover três fases da “guerra civil europeia”, explica o sociólogo.
“Na primeira (1999-2030), deveriam despertar a consciência adormecida dos europeus através de ‘ataques das células clandestinas’, desencadeando a ação de grupos que utilizam o terror: grupos pequenos, inclusive de uma ou duas pessoas”.
Na segunda fase (2030-2070), deve-se passar à insurreição armada e aos golpes de Estado. Na terceira (2070-2083), à verdadeira guerra contra os imigrantes muçulmanos.
Breivik é consciente de que os ataques da primeira fase transformarão os conspiradores em terroristas odiados por todos, mas esta é a forma do “martírio templário” que ele busca. Os objetivos dos ataques iniciais são os partidos políticos: o Partido Trabalhista Norueguês, em primeiro lugar, mas também aponta contra os partidos europeus que boicotariam de diferentes maneiras a guerra contra o Islã. Ele escreve ameaças contra partidos políticos italianos cúmplices desta acusação e contra Bento XVI.
Breivik reitera que não é um nazista (“se há uma figura que odeio é Adolf Hitler”), devido à ideologia político-religiosa pró-semita e pró-israelita do terrorista. Ele sonha com uma grande aliança dos povos nórdicos e dos judeus para lutar contra o inimigo pelo qual é obcecado: o Islã.
“Fica por ver se é verdade ou puro delírio – conclui Introvigne – a afirmação de que os neo-templários de Breivik não se reduzem apenas a ele, mas que abarcam outras pessoas que, segundo o texto, estariam sendo treinadas na África e em outros lugares pelos criminosos de guerra sérvios, a quem o terrorista considera heróis. Se fosse verdade, a ameaça contra a Itália e o Papa deveria ser levada a sério.”

Saturday, February 20, 2010

A Plataforma Cidadania Casamento organiza a «Manifestação pela Família, pelo Casamento: Exigimos o Referendo» em 20 de Fevereiro de 2010, sábado, em Lisboa, na Avenida da Liberdade, pelas 15 horas, com concentração na rotunda do Marquês de Pombral, reclamando um referendo sobre o casamento entre pessoas do mesmo sexo.

«Referendo ao casamento entre pessoas do mesmo sexo

MANIFESTO


Quem faz a Família?
Quem educa as crianças?
Quem faz o Casamento?
Quem constrói a solidariedade?
Quem aposta na maternidade e na paternidade dignas?
Quem ensina nas escolas?
Quem trabalha e gera riqueza?
Quem faz a história?
Quem decide o Futuro da Sociedade?
Tu e Eu. Homem e Mulher.


Queremos manifestar:


Que o casamento é entre um Homem e uma Mulher.
Que cada criança tem direito a um Pai e uma Mãe.
Que a FAMÍLIA faz a Sociedade.
Que a maternidade e a paternidade são valores sociais.
Que os Pais têm o direito à liberdade para educar os seus filhos.
Que a solidariedade nasce, em primeiro lugar, na Família.
Que a Escola ensina, ajuda e apoia as famílias.
Que a primeira escola de vida é a Família.
Que a riqueza de um País está nos Homens, nas Mulheres e nas crianças.
Que a história é escrita por homens e mulheres e não pelo Estado.
Que o Futuro da Sociedade, em democracia, é escolhido pelo Povo.
Que o Poder respeitará a cultura e a vontade da maioria.
Que a cidadania se exerce.


Por isso, nós Mulheres e Homens Livres de Portugal temos o direito a decidir,
pelas Crianças, pelo Casamento e pela Família.

Família e Casamento exigem o Referendo!

Dia 20 de Fevereiro, em Lisboa, sairemos à rua por Portugal!»
Publicado por António Balbino Caldeira

Tuesday, January 12, 2010

In Zenit:
"Santuário de Fátima é alvo de vandalismo
FÁTIMA, segunda-feira, 11 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- A igreja da Santíssima Trindade e quatro estátuas, no Santuário de Fátima, foram alvo de vandalismo nesse final de semana.
Em comunicado de imprensa divulgado na manhã de hoje, o Santuário de Fátima dá conhecimento “de um abuso levado a cabo no passado fim-de-semana, na madrugada de domingo, dia 10 de janeiro”.
Quatro estátuas que ladeiam a Igreja da Santíssima Trindade (na Praça João Paulo II, as estátuas dos papas Paulo VI e João Paulo II e, na Praça Pio XII, a do papa Pio XII e a do bispo D. José Alves Correia da Silva) e a própria igreja, no exterior, sofreram inscrições tipo graffiti, com as palavras "Islão", "Lua", "Sol", "Muçulman" e "Mesquita"."

Insulto aos católicos portugueses!

Pelo país, os templos católicos estão a sofrer vandalismo, roubo, grafitagens de combate e insulto. E há aparente impassividade!Até quando?!

Friday, September 04, 2009

Portugal emudeceu?!

Quem puder, participe na Manifestação pela Liberdade de Imprensa, amanhã, sexta-feira, 4-9-2009, pelas 20 horas, em frente à TVI, na Rua Mário Castelhano, n.º 40, Queluz de Baixo. E divulgue a iniciativa nos blogues, redes sociais, mail e SMS.

Sunday, June 21, 2009

Medidas políticas de ajuda à maternidade como direito
Manifesto do Programa de Mulheres Contra o Aborto

MADRI, sexta-feira, 19 de junho de 2009 (ZENIT.org).- O Programa Mulheres Contra o Aborto divulgou um manifesto no qual pede medidas políticas para ajudar as mulheres grávidas em dificuldade e afirma que a maternidade é um direito, não o aborto. Um total de 18.500 mulheres já aderiram ao manifesto.
No manifesto, as mulheres dizem levantar a voz “em nome próprio e no de milhões de mulheres silenciadas pela pressão do ‘pensamento único’, que prevalece atualmente em nossa sociedade com relação a tudo que concerne ao nosso sexo e que vincula obrigatoriamente os conceitos ‘mulher’ e ‘aborto’”.
“Estamos contentes por viver e por que nossos filhos vivam – dizem as integrantes do Programa. Consideramos que a vida humana é um direito e um bem que é preciso preservar desde a concepção e que qualquer ser humano, independentemente de sua idade, deve gozar da plena proteção do Estado e das leis.”
Elas reivindicam “a maternidade como um dos nossos direitos fundamentais”.
O aborto, afirmam, “é ética e legalmente inaceitável, não só porque aniquila um ser humano indefeso, mas porque supõe uma violência infligida à dignidade da mulher”.
Elas se declaram feministas, porque dizem defender “não só com a palavra, mas com nosso trabalho e nossa vida, a igualdade de direitos e deveres entre homens e mulheres”.
“Os homens – afirmam – são nossos companheiros e pais dos nossos filhos. Não entendemos que exijam deles a manutenção da família ao mesmo tempo em que lhes negam qualquer direito e responsabilidade com relação ao nascimento desses filhos que são seus e a quem têm o direito e o dever de cuidar. São corresponsáveis pela gravidez e vítimas também do aborto, como as criaturas eliminadas e as mulheres.”
As assinantes do manifesto se mostram certas de que “todas as considerações anteriores são válidas à margem das crenças (ou não-crenças) religiosas e das ideias políticas, já que se referem à salvaguarda dos mais elementares direitos humanos”.
Exigem da Administração Pública que dedique o orçamento destinado ao aborto a promover redes de assistência a grávidas em situação desfavorável; que promova campanhas de informação sexual que eduquem na responsabilidade e impeçam que as mulheres carreguem sozinhas com as medidas anticoncepcionais ou de regulação da natalidade; e que agilize as políticas de adoção dos filhos cujas mães não podem ou não querem ficar com eles.
É preciso velar “para que o fato de ser mãe não limite a mulher, como ocorre na atualidade, ao ver diminuídas suas possibilidades de ascensão no trabalho, de estudos, seu salário e seu direito de desfrutar do lazer e do tempo livre em condições de plena igualdade com os homens”.
Pedem também que se acabe com o silêncio sobre as consequências do aborto: quadros de ansiedade, insônia, depressão, transtornos da alimentação e da vida sexual, que se perpetuam no tempo.
Para mais informação: http://www.mujerescontraelaborto.com/
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Tuesday, June 09, 2009

Nem tudo é mau, aqui pelo Porto!

Num destes dias de canícula, subia pela rua da Invicta que ladeia a igreja dos Clérigos, ...a da frente.
Pelo jeito com que admiravam a altura da torre e pela postura, dois homens, parados, pareciam ter vindo do Interior ao Litoral pela primeira vez! Transmontanos?!
Descia a rua, num matraquear de calçada, uma enxundiosa matrona, de fatiota justinha a sublinhar-lhe as curvaturas. No momento, lembrei-me de uma silhueta similar que, na cidade de Viriato, por semelhante arruído da passada, chamavam a “mula do núncio”.
Ao cruzar-se com os dois forasteiros, eles fizeram-se matreiramente desapercebidos da provocação visual; mas, após ultrapassagem, sempre arriscaram um olhar rectrovisor de admiração e um deles exclamou para o outro:
- Carago! Aqui no Porto, até mesmo velhas são bem boas!

Wednesday, June 03, 2009

Posição Sobre as Eleições Europeias de 7 de Junho de 2009
do Movimento para a Democracia Directa - DD

Portugal atravessa uma profunda crise moral, política, económica e social, que afecta a própria democracia. O quadro de aflição em que o País e o seu povo se encontram é dramático, podendo ser sumariado em 30 factores de desgraça:
• corrupção de Estado;
• domínio político do Estado, e das instituições dependentes, pelo Partido Socialista e Maçonaria;
• a deriva anti-democrática do Estado que chega a pôr em causa a realização de eleições livres e justas;
• o controlo do Estado pelo Governo, que dirige o Parlamento, pressiona o Presidente da República e condiciona o poder judicial;
• a repressão política pelo Governo, nomeadamente da liberdade de informação e de opinião, e a perseguição de jornalistas e meios de comunicação independentes;
• a falta de transparência do Estado, de responsabilização e de prestação de contas dos eleitos e nomeados;
• a pressão sobre magistrados em processos críticos para o poder e a governamentalização do exercício das autoridades superiores de justiça
• a governamentalização da acção das entidades reguladoras;
• a perda real e progressiva de soberania, através da subalternização do País face a potências estrangeiras;
• conflitualidade do Governo com as com as classes profissionais, nomeadamente professores, médicos, magistrados, polícias, militares;
• a desemprego crescente, em que avulta o desemprego dos jovens, particularmente dos mais qualificados, e dos activos mais velhos, colocados perante o beco do desemprego de longa duração e a uma reforma antecipada indesejada;
• a falta de oportunidades promissoras de vida para os jovens;
• abusos na concessão de subsídio de desemprego, que, no caso do Subsídio Social de Desemprego, pode ser usado indevidamente como alternativa ao salário mínimo nacional;
• a perda de rendimento das famílias;
• pauperização crescente dos portugueses e o surgimento do segmento populacional dos novos pobres;
• a remergência da fome em várias zonas de Portugal;
• o decréscimo do Produto Interno Bruto (PIB), a redução das exportações e aumento da dependência económica do País;
• crescimento exponencial da despesa pública simultâneo de um proceso de extorsão fiscal sobre os cidadãos e as empresas
• a tentativa de executar, a todo o custo, grandes projectos faraónicos de obras públicas, desnecessários para o desenvolvimento do País e suspeitos aos olhos dos portugueses sobre os reais motivos e interesses que provocam essa teimosia do Governo;
• o desdém e abandono da agricultura, das pescas e do mundo rural, em que avulta a redução dos apoios à produção e à modernização das explorações;
• a falência e encerramento de empresas, com mais evidência na indústria, fazendo de Portugal um país de comércio e serviços, sem agricultura e sem indústria;
• o desequilíbrio das contas públicas que põe em causa a solvabilidade do Estado e, a prazo, os pagamentos de salários aos funcionários públicos e prestações sociais;
• os abusos no Rendimento Social de Inserção, com vários registos para uma mesma criança em Conservatórias do Registo Civil, a utilização de bilhetes de identidade falsos, a concessão de subsídios a quem está a trabalhar e a não concessão do subsídio a situações da chamada pobreza envergonhada;
• a preferência política, nos casos de miséria, pelos apoios ao rendimento em vez da integração económica no trabalho, e pelos apoios de natureza social em vez dos incentivos à criação e expansão de empresas e à criação de emprego;
• a substituição do desenvolvimento económico, com a criação de empresas e emprego, pelos apoios ao rendimento sem contrapartida de qualquer trabalho, de que é gritante exemplo, o que se passa nos Açores onde 7,5% da popuplação recebe Rendimento Social de Inserção;
• a degradação do ensino, através do facilitismo oficial, do delírio didáctico, da permissividade pedagógica, da indisciplina, da desqualificação e da promoção do falso insucesso; e o facilitismo na atribuição de diplomas (des)qualificantes em situações de abuso nas Novas Oportunidades;
• o agravamento do crime, pelos códigos permissivos e a lassidão ordenada, consentindo, na prática, com a criação de santuários de delinquência que se tornam também guetos de sequestro da população cumpridora;
• o descalabro na saúde, com o encerramento de serviços de urgência, maternidades e hospitais, e a manutenção de listas de espera absurda, ainda mais grave nos casos de patologias graves, como o cancro;
• o sentimento de revolta social face aos abusos do Estado, a mentira política, o desprezo do povo e o abatimento moral do País;
• o falhanço das falsas reformas do Governo, na administração pública, nas finanças do Estado, na economia, na educação, na saúde, na justiça, na segurança;

Por causa de toda esta situação degradante e perigosa em que Portugal se encontra, o Movimento para a Democracia Directa - DD, associação cívica não-partidária, recomenda aos eleitores portugueses:
a) que compareçam em massa ao sufrágio das eleições europeias em 7 de Junho de 2009 e façam um voto afirmativo: não devem desperdiçar o seu direito com votos em branco ou nulos.
b) que não votem no Partido Socialista, escolhendo outro partido da sua preferência ideológica.